Caríssimos:
Postei aqui no meu blog um artigo escrito por um professor de Mitologia(JUnito de Souza Brandão), no qual ele explica sobre o culto de Dionísio em Atenas, e de como a política influencia na religião. As mudanças plíticas que se sucederam em Atenas, provocaram a perda do poder da classe dominante(os eupátridas)e a conquista do poder de classes emergentes, como os camponeses e os comerciantes. Essa situação politica foi favorável para que novos cultos fossem aceitos na cidade(polis)
quinta-feira, 17 de março de 2011
O culto a Dionisio e a política de Atenas

Dionisio somente fez seu aparecimento solene e "oficial" na pólis de Atenas, assim como na literatura grega e, por conseguinte, na mitologia, a partir do século VI a..c. por que tão tardiamente, ? A explicação:. Dionisio é um deus essencialmente agrário, deus da vegetação, por isso mesmo, permaneceu por longos séculos confinado no campo cultuado por camponeses. É que Atenas, até os fins do século VII a.C, foi dominada pelos Eupátridas, os bem-nascidos, os nobres, que, sendo os únicos que se podiam armar, eram igualmente os únicos que podiam defender a pólis, tornando-se esta propriedade dos mesmos. Assim, o governo, as terras, o sacerdócio, a justiça sob forma temística (expressa pela "vontade divina") somente a eles, aos Eupátridas, pertenciam de direito e de fato. Senhores de tudo, eram também senhores da religião. Seus deuses Olímpicos e patriarcais (Zeus, Apolo, Posídon, Ares, Atena...), projeção de seu regime político, mantinham-lhes a pólis e o status quo. A Pólis e seus Eupátridas eram politicamente guardados pelos imortais do Olimpo.
Somente no século VI a.e.c. com o enfraquecimento militar e, por consequinte, político dos Eupátridas, o qual foram perdendo pela criação do sistema monetário (a terra até então era a forma principal de riqueza dessa classe), pelo vertiginoso desenvolvimento do comércio, pelo descontentamento popular - a revolução era iminente, segundo expressa Sólon - e sobretudo pela consttituição do mesmo legislador, inclusive acerca da reforma solonina, quando se lançaram em Atenas as primeiras sementes da democracia, é que o povo começou a ter certos direitos na pólis. As sementes da democracia frutificaram-se rapidamente, como é sabido, e de Sólon, passando por Pisístrato e depois por Clístenes, Efialtes e Péricles, o povo teve, afinal, voz soberana se fez ouvir: era a assembléia do povo. com o povo e a democracia, Dionisio, de tirso em punho, seguido de suas Mênades ou Bacantes, suas sacerdotisas , fez sua entrada triunfal na polís de Atenas
Na realidade, a política de Pisístrato (605-527 a.e.c.), que tanto fez por Atenas e por seu povo, buscou com afinco o nivelamento das classes sociais e a conciliação dos diversos cultos, tentando realizar uma verdadeira confraternização entre os deuses. Pois bem, foi a partir principalmente desse tirano que em Atenas se celebravam quatro grandes festas em honra do deus do vinho: Dionísias Rurai, Lenéias, Dionísias Urbanas ou Grendes Dionísias e Antestérias
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Mito de Dionisio -Democreacia ateniense
quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mundos diferentes
A derrota dos astecas para os espanhóis não pode ser explicada por um único fator apenas. Na verdade, ela é o resultado da combinação de uma série de fatores. Os dois mais importantes foram o fato de Cortéz ter conseguido aliados entre as populações indígenas e o de que ele estava bem informado a respeito do seu inimigo.
Curiosamente, enquanto Cortéz sabia muito a respeito dos astecas, Montezuma 2º pouco sabia a respeito dos espanhóis. Isso se devia ao fato de que astecas e espanhóis viviam em "mundos mentais" diferentes, tinham concepções de mundo diferentes. Enquanto Cortéz valorizava a informação a respeito dos inimigos, recompensando seus informantes, o imperador asteca punia aqueles que lhe traziam notícias desfavoráveis.
Para o imperador asteca, os espanhóis eram imprevisíveis, pois não se encaixavam em nenhum dos modelos que conhecia: os astecas guerreavam seguindo regras de combate preestabelecidas, como em um torneio, enquanto os espanhóis usavam de todos os meios para surpreender o inimigo. Além disso, os astecas tinham uma visão cíclica da história, acreditavam que tudo ocorre em ciclos, que se repetem regularmente.
Os astecas acreditavam que antes de este mundo ser criado, outros mundos existiram, tendo sido criados e destruídos. Quando algo novo ocorria, os astecas procuravam de algum modo encaixar isso em profecias. Por isso, ao que tudo indica, várias das profecias feitas a respeito da volta de Quetzacoatl foram feitas após a chegada dos espanhóis e não antes.
Criar profecias a respeito daquilo que já aconteceu seria uma maneira de aceitar e superar psicologicamente o passado. Como se vê, os astecas concebiam a realidade como algo rígido e imutável, enquanto os espanhóis tinham mais facilidade de improvisação, conseguindo se adaptar a novas circunstâncias.
A HISTÓRIA DE MALINCHE, A ÍNDIA ASTECA QUE AJUDOU OS ESPANHOIS A DOMINAR OS ASTECAS
Segundo um cronista da época, Bernal Díaz Del Castillo, Malinche teria sido a filha de um nobre, nascida numa região que era a "fronteira" entre o Império Asteca e os Estados maias, na Península do Yucatán. Ela conhecia tanto a língua maia quanto o nahuatl, idioma que era falado tanto pelos nahuas quanto pelos astecas.
Assim, ela e Aguilar serviram de intérpretes para Hernán Cortés. Malinche traduzia do nahuatl para o maia, que, só então, era traduzido para o espanhol por Aguilar. Isso era necessário porque Malinche não havia ainda aprendido a falar espanhol e porque, embora Aguilar falasse o maia, ele não falava o nahuatl. Mais tarde, Malinche aprendeu também a falar o espanhol.
Ela logo trocou o nome para Marina, converteu-se ao catolicismo e tornou-se a companheira de Cortéz. Malinche teve um papel muito importante na conquista do México, pois ela se tornou o braço direito do comandante dos conquistadores, servindo de guia e de intérprete.
Sua figura ainda é alvo de controvérsias no México. Para muitos, ela não passou de uma traidora, por ter ajudado os espanhóis, daí a expressão "malinchista", usada no México nos dias de hoje para acusar alguém de "traidor da pátria".
Cortéz e Malinche: os "pais do México"
Cortéz e Malinche costumam ser considerados os "pais" do México, no sentido de que a união deles representou o nascimento de uma nação mestiça. De fato, Cortéz e Malinche tiveram um filho: Martín Cortéz (1523-1568), que viveu à sombra de seu meio-irmão, também chamado Martín Cortéz (1533-1589). Por ser mestiço, era tratado como um cidadão de segunda classe no México dominado pela Espanha, vivendo como uma espécie de serviçal do irmão homônimo e mais novo, cuja mãe era a espanhola Juana de Zuñiga.
Com a ajuda de guias e intérpretes, Cortéz logo teve acesso a uma informação das qual soube tirar muito proveito: de que ele estaria sendo confundido com um deus asteca, Quetzacoatl. Na visão dos astecas, a chegada de Cortéz significava a realização de uma profecia, segundo a qual Quetzacoatl retornaria e assumiria o trono em Tenochtitlán (ao que tudo indica, essa profecia foi feita após a chegada dos espanhóis, como uma forma de tentar explicar a chegada daqueles homens que eram tão estranhos para os astecas).
Por isso, quando chegou à Tenochtitlán, em novembro de 1519, Cortéz, que vinha acompanhado dos soldados espanhóis e de milhares de guerreiros indígenas aliados, recebeu as boas-vindas de Montezuma 2º, o imperador asteca. O próprio Montezuma 2º teria acreditado que Cortéz fosse mesmo o deus Quetzacoatl.
Porém, pouco tempo depois, o imperador asteca percebeu que estava equivocado a respeito de Cortéz. Já era tarde demais. Montezuma foi feito prisioneiro pelos espanhóis, que logo começaram a tomar todos os objetos de ouro dos astecas.
Fim do Império Asteca
Os espanhóis permaneceram durante muitos meses em Tenochtitlán. Quando Cortéz precisou se ausentar da cidade, Pedro de Alvarado, seu substituto no comando das tropas, aproveitou-se da ausência do líder e ordenou o massacre de milhares de astecas que estavam reunidos no interior do Templo Maior, durante a festa de Tóxcatl.
Esse episódio ficou conhecido como "Noite Triste" e marcou o início da guerra entre astecas e espanhóis. Quando retornou, Cortéz não conseguiu conter os ânimos dos astecas. Os espanhóis e seus aliados indígenas se viram obrigados a fugir e buscaram refúgio em Tlaxcala, cidade onde viviam os principais inimigos dos astecas.
Diferentemente de outras cidades da região, Tlaxcala jamais se submeteu ao controle do Império Asteca. Por causa do seu apoio aos espanhóis, Tlaxcala acabou conquistando uma posição relativamente privilegiada durante o domínio colonial da Espanha no México. Cortéz buscou reforços na Espanha e entre os povos indígenas inimigos dos astecas.
Assim, ele conseguiu reunir um exército formado por milhares de guerreiros indígenas e cerca de 900 soldados espanhóis. Acompanhado desse exército e munido de canhões, Cortéz sitiou a capital asteca. Em 13 de agosto de 1521, após os astecas resistirem durante 75 dias, o último imperador asteca, Quatemozin (também chamado de Guatemozin), sucessor de Montezuma 2º, foi obrigado a se render aos espanhóis. Era o fim do Império Asteca.
Segundo um cronista da época, Bernal Díaz Del Castillo, Malinche teria sido a filha de um nobre, nascida numa região que era a "fronteira" entre o Império Asteca e os Estados maias, na Península do Yucatán. Ela conhecia tanto a língua maia quanto o nahuatl, idioma que era falado tanto pelos nahuas quanto pelos astecas.
Assim, ela e Aguilar serviram de intérpretes para Hernán Cortés. Malinche traduzia do nahuatl para o maia, que, só então, era traduzido para o espanhol por Aguilar. Isso era necessário porque Malinche não havia ainda aprendido a falar espanhol e porque, embora Aguilar falasse o maia, ele não falava o nahuatl. Mais tarde, Malinche aprendeu também a falar o espanhol.
Ela logo trocou o nome para Marina, converteu-se ao catolicismo e tornou-se a companheira de Cortéz. Malinche teve um papel muito importante na conquista do México, pois ela se tornou o braço direito do comandante dos conquistadores, servindo de guia e de intérprete.
Sua figura ainda é alvo de controvérsias no México. Para muitos, ela não passou de uma traidora, por ter ajudado os espanhóis, daí a expressão "malinchista", usada no México nos dias de hoje para acusar alguém de "traidor da pátria".
Cortéz e Malinche: os "pais do México"
Cortéz e Malinche costumam ser considerados os "pais" do México, no sentido de que a união deles representou o nascimento de uma nação mestiça. De fato, Cortéz e Malinche tiveram um filho: Martín Cortéz (1523-1568), que viveu à sombra de seu meio-irmão, também chamado Martín Cortéz (1533-1589). Por ser mestiço, era tratado como um cidadão de segunda classe no México dominado pela Espanha, vivendo como uma espécie de serviçal do irmão homônimo e mais novo, cuja mãe era a espanhola Juana de Zuñiga.
Com a ajuda de guias e intérpretes, Cortéz logo teve acesso a uma informação das qual soube tirar muito proveito: de que ele estaria sendo confundido com um deus asteca, Quetzacoatl. Na visão dos astecas, a chegada de Cortéz significava a realização de uma profecia, segundo a qual Quetzacoatl retornaria e assumiria o trono em Tenochtitlán (ao que tudo indica, essa profecia foi feita após a chegada dos espanhóis, como uma forma de tentar explicar a chegada daqueles homens que eram tão estranhos para os astecas).
Por isso, quando chegou à Tenochtitlán, em novembro de 1519, Cortéz, que vinha acompanhado dos soldados espanhóis e de milhares de guerreiros indígenas aliados, recebeu as boas-vindas de Montezuma 2º, o imperador asteca. O próprio Montezuma 2º teria acreditado que Cortéz fosse mesmo o deus Quetzacoatl.
Porém, pouco tempo depois, o imperador asteca percebeu que estava equivocado a respeito de Cortéz. Já era tarde demais. Montezuma foi feito prisioneiro pelos espanhóis, que logo começaram a tomar todos os objetos de ouro dos astecas.
Fim do Império Asteca
Os espanhóis permaneceram durante muitos meses em Tenochtitlán. Quando Cortéz precisou se ausentar da cidade, Pedro de Alvarado, seu substituto no comando das tropas, aproveitou-se da ausência do líder e ordenou o massacre de milhares de astecas que estavam reunidos no interior do Templo Maior, durante a festa de Tóxcatl.
Esse episódio ficou conhecido como "Noite Triste" e marcou o início da guerra entre astecas e espanhóis. Quando retornou, Cortéz não conseguiu conter os ânimos dos astecas. Os espanhóis e seus aliados indígenas se viram obrigados a fugir e buscaram refúgio em Tlaxcala, cidade onde viviam os principais inimigos dos astecas.
Diferentemente de outras cidades da região, Tlaxcala jamais se submeteu ao controle do Império Asteca. Por causa do seu apoio aos espanhóis, Tlaxcala acabou conquistando uma posição relativamente privilegiada durante o domínio colonial da Espanha no México. Cortéz buscou reforços na Espanha e entre os povos indígenas inimigos dos astecas.
Assim, ele conseguiu reunir um exército formado por milhares de guerreiros indígenas e cerca de 900 soldados espanhóis. Acompanhado desse exército e munido de canhões, Cortéz sitiou a capital asteca. Em 13 de agosto de 1521, após os astecas resistirem durante 75 dias, o último imperador asteca, Quatemozin (também chamado de Guatemozin), sucessor de Montezuma 2º, foi obrigado a se render aos espanhóis. Era o fim do Império Asteca.
terça-feira, 23 de março de 2010
Cidade do Salvador, 12 de agosto de 1798. Aquele não seria um dia comum. Logo
cedo, seus habitantes ficaram sabendo, por ouvirem dizer ou mesmo por terem constatado,que papéis suspeitos tinham amanhecido afixados em paredes e portas de locais movimentados da cidade. Era um dia de domingo, e a notícia se espalhou entre os que assistiam à missa, iam comprar alimentos ou descansavam à porta das casas.
Foram, ao todo, onze papéis, chamados pelas autoridades de “papéis sediciosos”,
pois seu conteúdo conclamava o povo da cidade - povo bahiense - à sedição contra Portugal e contra a ordem vigente na Capitania. Estavam afixados em locais de destaque, sendo um deles colado próximo ao palácio do próprio governador, D. Fernando José de Portugal e Castro. Foram afixados durante a noite,
provavelmente por mais de uma pessoa, dados os locais onde apareceram
As aspirações de liberdade que se espalhavam entre as colônias do continente americano neste fim do século XVIII relacionam-se, portanto, com a crise do sistema colonial, bem como com as idéias econômicas, políticas, sociais e filosóficas que se difundiam na Europa na mesma época, denominadas de Iluminismo ou Ilustração. No seu conjunto, essas idéias, elaboradas por intelectuais ligados à nascente burguesia industrial, defendiam a liberdade, a igualdade e a fraternidade entre os homens; a liberdade de comércio; o direito dos povos à liberdade. Um exemplo concreto dos resultados desses acontecimentos no Novo Mundo é a chamada “Revolução Americana” ou Independência das 13 Colônias
cedo, seus habitantes ficaram sabendo, por ouvirem dizer ou mesmo por terem constatado,que papéis suspeitos tinham amanhecido afixados em paredes e portas de locais movimentados da cidade. Era um dia de domingo, e a notícia se espalhou entre os que assistiam à missa, iam comprar alimentos ou descansavam à porta das casas.
Foram, ao todo, onze papéis, chamados pelas autoridades de “papéis sediciosos”,
pois seu conteúdo conclamava o povo da cidade - povo bahiense - à sedição contra Portugal e contra a ordem vigente na Capitania. Estavam afixados em locais de destaque, sendo um deles colado próximo ao palácio do próprio governador, D. Fernando José de Portugal e Castro. Foram afixados durante a noite,
provavelmente por mais de uma pessoa, dados os locais onde apareceram
As aspirações de liberdade que se espalhavam entre as colônias do continente americano neste fim do século XVIII relacionam-se, portanto, com a crise do sistema colonial, bem como com as idéias econômicas, políticas, sociais e filosóficas que se difundiam na Europa na mesma época, denominadas de Iluminismo ou Ilustração. No seu conjunto, essas idéias, elaboradas por intelectuais ligados à nascente burguesia industrial, defendiam a liberdade, a igualdade e a fraternidade entre os homens; a liberdade de comércio; o direito dos povos à liberdade. Um exemplo concreto dos resultados desses acontecimentos no Novo Mundo é a chamada “Revolução Americana” ou Independência das 13 Colônias
FRANKSTEIN E DESCARTES
O filósofo Descartes separou mente e corpo em sua teoria do dualismo psicofísico. Segundo esta teoria o corpo é uma máquina que não tem comparação com a mente que Descartes chamou de substância pensante. A razão é o centro do ser humano e é definido por essa capacidade que faz dele uma criatura distinta dos animais. “O homem é um animal racional” equivale a dizer, penso, logo existo, o cogito cartesiano que coloca na razão a propriedade de distinguir e estabelecer como deve ser o mundo e dominá-lo já que se sente superior a todos os outros animais. Caberia ao homem então o poder de usar a sua mente para fazer o que quiser pois usando da razão( a inteligência ) tudo sairia perfeitamente calculado. Tanto esta idéia foi desenvolvida que até hoje a ciência moderna se propões a moldar o ser humano através da engenharia genética, para aperfeiçoá-lo, impedindo que ele venha a ter doenças ou envelhecer. Já no século XIX uma mulher chamada Mary Shelley criou uma obra que representa essa vontade humana influenciada por Descartes de recriar um ser perfeito, o Frankstein:
O pai de Mary Shelley era adepto da teoria de Descartes, o Racionalismo. E estava naturalmente interessado em ciência e desejo de reanimar a vida, provavelmente por causa de sua idade , e pessoalmente, devido à perda de uma mãe e seu próprio filho. Segundo SCHWARTZ, no período em que o livro foi escrito a autora viveu num mundo que passava por transformações trazidas pela Revolução Industrial
• . Luigi Galvani em 1790 fez experimentos com eletricidade na esperança de reanimar os mortos.. acreditava-se - desde pernas de rã se contraiam quando colocado em choque, que poderia ser trazido de volta à vida.
• Durante muito tempo a igreja não permitia que um corpo fosse violado e que não poderia ser violado, mesmo após a morte, desse modo as escolas médicas recorreu ao túmulo de roubar para obter cadáveres. Eventualmente (por 1752), as leis foram aprovadas pelo Parlamento para permitir a dissecação de corpos de criminosos enforcados. Desse modo se começou a pensar se não seria possível costurar as partes do corpo para fazer uma nova pessoa
O filósofo Descartes separou mente e corpo em sua teoria do dualismo psicofísico. Segundo esta teoria o corpo é uma máquina que não tem comparação com a mente que Descartes chamou de substância pensante. A razão é o centro do ser humano e é definido por essa capacidade que faz dele uma criatura distinta dos animais. “O homem é um animal racional” equivale a dizer, penso, logo existo, o cogito cartesiano que coloca na razão a propriedade de distinguir e estabelecer como deve ser o mundo e dominá-lo já que se sente superior a todos os outros animais. Caberia ao homem então o poder de usar a sua mente para fazer o que quiser pois usando da razão( a inteligência ) tudo sairia perfeitamente calculado. Tanto esta idéia foi desenvolvida que até hoje a ciência moderna se propões a moldar o ser humano através da engenharia genética, para aperfeiçoá-lo, impedindo que ele venha a ter doenças ou envelhecer. Já no século XIX uma mulher chamada Mary Shelley criou uma obra que representa essa vontade humana influenciada por Descartes de recriar um ser perfeito, o Frankstein:
O pai de Mary Shelley era adepto da teoria de Descartes, o Racionalismo. E estava naturalmente interessado em ciência e desejo de reanimar a vida, provavelmente por causa de sua idade , e pessoalmente, devido à perda de uma mãe e seu próprio filho. Segundo SCHWARTZ, no período em que o livro foi escrito a autora viveu num mundo que passava por transformações trazidas pela Revolução Industrial
• . Luigi Galvani em 1790 fez experimentos com eletricidade na esperança de reanimar os mortos.. acreditava-se - desde pernas de rã se contraiam quando colocado em choque, que poderia ser trazido de volta à vida.
• Durante muito tempo a igreja não permitia que um corpo fosse violado e que não poderia ser violado, mesmo após a morte, desse modo as escolas médicas recorreu ao túmulo de roubar para obter cadáveres. Eventualmente (por 1752), as leis foram aprovadas pelo Parlamento para permitir a dissecação de corpos de criminosos enforcados. Desse modo se começou a pensar se não seria possível costurar as partes do corpo para fazer uma nova pessoa
sábado, 27 de fevereiro de 2010

Em 480 A.C. as tropas de Xerxes, o rei do império Persa, prepararam-se para invadir a Grécia. Derrotados alguns anos antes, na Batalha de Maratona, os persas pareciam ter desistido desse intento, até que o novo monarca resolveu vingar a humilhação sofrida por seu pai… o que se segue será uma batalha épica entre 300 valorosos homens contra 250 mil soldados vindos do Oriente, um sacrifício que permitiu à Europa continuar a ser Europeia.
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